Nesse verão a informação é bem orientada pelos detalhes e não pela sincronia das proporções. Um bom cinto customizado, anelado, drapeado ou outra maneira que você opte por escolher, é ele o nosso principal ponto de referência na hora de chamar a atenção na escolha do seu look.
É tão antiga aquela ideia de que quem usa cinto, ou a velha cinta, é apenas o seu avô. Isso gerou tanto conflito, que muitos começaram a andar com as calças soltas ou mais justas, o que de certa forma impulsionou um avanço na moda masculina mundial. De incontáveis tribos, de diversas classes sociais, o homem contemporâneo compreendeu que ter um bom alinhamento é necessário para ser visto e bem lembrado. E o cinto com certeza está inclusivo nesses quesitos necessários para ser feita a diferença. O mais interessante de tudo isso é que pós anos noventa, em pleno século XXI, o homem soube transmutar aquela velha ideia de que cinto era coisa de bancário, de advogado ou de doutor, e que usar alguma “cinta”, ah isso era coisa do seu avô. Hoje em dia um bom executivo pode usar um modelo mais atual, o qual combine com a sua imagem corporativa e ainda deixe a sua composição com a presença do seu estilo. O mesmo se torna válido para aqueles que não precisam se vestir de maneira formal, uma vez que peças de alfaiataria já adentraram guarda-roupas grunges, high-low ou mesmo trash.
O homem está evoluindo, e levando consigo peças atemporais que renovam em si à boa e velha imagem do homem pseudo-enrolado, porque com ou sem cinta, esse assunto ainda é uma enrolação.
POST: Matheus Rocca Vecchio.














