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13/12/2012

Cintos em foco!

Infiltrados em uma era onde a informação é o principal combustível da atualidade, nós homens brasileiros sofremos quando o assunto é justamente não pecar pelo excesso. Esse excesso que por vezes parece nada exagerado é oriundo de uma enrolação antes dita como convencional ao padrão da elegância masculina. O homem aprendeu que o seu cinto servia apenas para segurar suas calças e lhe dar uma maior segurança no seu caminhar, o que por muito tempo foi apenas isso. Mas como tudo evolui, o nosso olhar para moda não ficou para trás. Observe como os suspensórios voltaram com tudo em terras mais frias, assim como "a velha cinta" que agora retorna no seu mais próspero momento no Brasil: o verão. 


Nesse verão a informação é bem orientada pelos detalhes e não pela sincronia das proporções. Um bom cinto customizado, anelado, drapeado ou outra maneira que você opte por escolher, é ele o nosso principal ponto de referência na hora de chamar a atenção na escolha do seu look.
É tão antiga aquela ideia de que quem usa cinto, ou a velha cinta, é apenas o seu avô. Isso gerou tanto conflito, que muitos começaram a andar com as calças soltas ou mais justas, o que de certa forma impulsionou um avanço na moda masculina mundial. De incontáveis tribos, de diversas classes sociais, o homem contemporâneo compreendeu que ter um bom alinhamento é necessário para ser visto e bem lembrado. E o cinto com certeza está inclusivo nesses quesitos necessários para ser feita a diferença. O mais interessante de tudo isso é que pós anos noventa, em pleno século XXI, o homem soube transmutar aquela velha ideia de que cinto era coisa de bancário, de advogado ou de doutor, e que usar alguma “cinta”, ah isso era coisa do seu avô. Hoje em dia um bom executivo pode usar um modelo mais atual, o qual combine com a sua imagem corporativa e ainda deixe a sua composição com a presença do seu estilo. O mesmo se torna válido para aqueles que não precisam se vestir de maneira formal, uma vez que peças de alfaiataria já adentraram guarda-roupas grunges, high-low ou mesmo trash.

O homem está evoluindo, e levando consigo peças atemporais que renovam em si à boa e velha imagem do homem pseudo-enrolado, porque com ou sem cinta, esse assunto ainda é uma enrolação.